Quando quer que a minha boca soprasse
rastos de avião na polpa da janela
e o polegar a autoestrada apagasse,
então eu sabia bem o que procela
nenhuma trava, eu dobraria o mapa
[como quem do vidro escapa]
e ia estar lá, onde quer que o mundo
nunca acabasse, quando quero que seja…
agora.
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